Já ganhámos alguma confiança a circular de automóvel em Lourdes. O GPS faz um trabalho fantástico. Depois de escolhido o parque de estacionamento gratuito no mapa é só fazer a sua marcação no aparelho.
No dia 28 descobri uma grande superfície comercial junto a um nó rodoviário de fácil acesso. É o ideal para reabastecimento.
A primeira etapa do dia foi a subida ao alto de um monte, em teleférico, conhecido como "Pic du Jer". Um teleférico centenário transportou-nos ao alto de um pico com 1000 metros de altitude de onde se tinha uma vista fantástica, quer em direcção a Lourdes quer aos Pirenéus! Comprámos também o bilhete para visitarmos as grutas que existem no alto da montanha. Fomos surpreendidos com a distribuição de casacos, mas estávamos suficientemente protegidos. A temperatura no interior da gruta rondava os 10 graus centígrados e alguns agradeceram bem os casacos emprestados.
O guia falava várias línguas, entre as quais castelhano, com que tentou dialogar connosco. Também não havia informação escrita em Português! As grutas não são nada de espectacular, quando comparadas com as que temos em Portugal nas serras de Aire e Candeeiros. O mais intrigante é mesmo compreender como se formaram as grutas a esta altitude, ou como depois de se formarem subiram até aqui. Toda a região onde se situa Lourdes deve ter estado submersa durante milhares de anos. As grutas podem-se ter formado nas épocas glaciares.
Depois de abandonarmos a gruta passeámos pelo cume da montanha onde há diversos miradouros. Num deles há uma mesa circular, com o tampo em azulejo, indicando numa espécie de rosa dos ventos, várias direcções. Podemos ver a indicação de Lisboa!
Deambulámos pela montanha explorando a vegetação existente, que tinha placas identificativas com os seus nomes científicos.
À distância também se avista a aldeia de Bartres, terra natal de Bernardete.
Nos céus os grifos foram uma presença constante e despertaram a atenção dos turistas. O guia não nutria por eles grande simpatia, criticando os espanhóis por deixarem de os alimentar. Também tinha um discurso bastante assustador acusando os grifos de ataques a animais domésticos e como apresentando perigo para as pessoas! Este discurso não me caiu bem e tive que o contrariar junto do guia e de quem me quis ouvir.
Há vários circuitos para subir e descer do Pic du Jer a pé. Também há alguns para BTT e foi assustador ver desportistas a desce-los a alta velocidade. É preciso ter muito louco...
Voltámos ao parque de campismo para o almoço. A confiança e o conhecimento das estradas já nos facilitaram as deslocações.
Depois da hora de almoço assistimos a uma prática bastante invulgar nos parques de campismo que conhecemos: uma enfardadeira em funcionamento em pleno parque. Isto é vulgar em muitos espaços que funcionam como parques de campismo em França.
Durante a tarde fizemos mais um passeio pela cidade de Loudes e aproveitámos para visitar a Alcáçova de Lurdes e o Museu Pirinaico. Trata-se de um castelo fortaleza no centro da cidade, com uma longa e curiosa história. Desde a conquista dos Romanos, residência da nobreza nos séculos XI e XII, prisão no séc. XVI a castelo museu no século XX, tudo transpira história e merece bem o que se paga para a visita.
Vi aqui uma prática interessante: às crianças era distribuído uma espécie de questionário com alguns mistérios que teriam que desvendar ao longo da visita. Uma boa ideia. Também tivemos direito a guias escritos em português, coisa rara.
Circular pela capela, pela cozinha, pelos quartos, pelas várias estruturas defensivas, é uma completa visita ao passado. há muitas salas com exposições diferentes. Uma contava a história da exploração dos Pirenéus, com a exibição de muitos objectos originais e fotografias da época. Havia também uma exposição de mármores da região. O isolamento do espaço, nunca conquistada ao longo dos seus mil anos de história, facilitam esta viagem, só interrompida quando o olhar se estende pela cidade e paisagem em redor. Também o santuário ganha do alto da torre uma perspectiva diferente e bonita.
Depois abandonarmos este fantástico Castelo, meu filho mais novo e a minha mulher visitaram um museu da cera (onde era proibido tirar fotografias).
Passeámos uma última vez pelas ruas junto ao santuário aproveitando para comprarmos algumas recordações. No santuário as velas, frascos e embalagens com imagens de Nossa Senhora para levar como recordação água estão à disposição dos peregrinos e turistas. O donativo mínimo por cada unidade está marcado e cada um contribuiu de acordo com as suas possibilidades e com a sua consciência. Este sistema de "venda" é interessante e evita a imagem degradante do comércio no espaço do santuário. Não sei se seria possível um sistema semelhante em Portugal.
Recolhemos ao parque de campismo para repousar. No dia seguinte seguiríamos viagem. Os atractivos em Lourdes e arredores eram muitos, mas não nos podíamos esquecer do nosso destino. Lourdes foi a primeira etapa, pensada principalmente para descansar, mas revelou-se um excelente destino para passar alguns dias. As montanhas pareciam chamar-me, mas o destino eram os Alpes.
Sítios Web:
sábado, 9 de julho de 2011
sexta-feira, 4 de março de 2011
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
28-07-2010 Lourdes
A primeira noite no Parque não correu mal... Apesar de se ouvirem barulhos da estrada, todos dormiram bem. De manhã apareceram rolas, pegas, gaios, trepadeiras azuis e chapins.
Parecia o jardim do paraíso! Abandonámos o Parque perto das onze horas, novamente a pé. O proprietário do Parque era um velho (mas não pastor=berger), com o nariz vermelho e calças de alças típicas dos agricultores da província. Emprestou-me um mapa da cidade.
Desta vez fomos directos ao santuário. Consigo orientar-me muito bem pelos mapas.
Adorámos o santuário. Todas as capelas me pareceram simples, mas muito bonitas. Nada de altares cheios de dourados. Muita da decoração é feita com pequenos pedaços de azulejo fazendo bonitos desenhos. Percorremos com muita calma todo o interior da catedral mas o espaço envolvente também é admirável.
Confesso que não fomos a Lourdes motivados pela minha fé. Apesar de ser católico, a minha prática como tal, é muito diminuta. Também não posso dizer que a escolha do Santuário tenha sido por razões meramente turísticas. Tal como em Fátima, estes espaços mexem connosco e sente-se uma estranha energia a percorrer-nos o corpo. Talvez até mais em Fátima, do que em Lourdes.
A subida a um monte junto ao catedral permite percorrer os passos da Via Sacra, terminando com o Calvário, no ponto mais alto do morro. A vegetação é luxuriante e estava tudo muito bem cuidado. Este passeio na natureza proporcionou-nos um encontro inesperado com uma cabra selvagem.
Almoçámos num restaurante perto do santuário. Não sei bem o que comemos, mas sei que pagámos mais do que o habitual em Portugal.
De tarde voltámos para visitar alguns espaços que não tivemos tempo de ver durante a manhã.
Há um museu com a história de Bernardete. As aparições em Lourdes e a história de Bernardete, não é muito diferente do que se passou em Fátima com os pastorinhos. As semelhanças são muitas e, talvez por isso, sejam dois dos maiores santuários Marianos da Europa.
Ao cair da noite regressámos ao parque de Campismo. Fizemos o jantar e conversámos um pouco à luz do candeeiro, uma vez que não havia espaços de convívio, nem mesmo qualquer luz acesa.
O balanço do primeiro dia completo era francamente positivo. A família reagiu melhor do que o que eu estava a contar, uma vez que desconheciam completamente os meus planos para as férias. Esta primeira surpresa que foi a paragem em Lourdes estava a correr bem.
Parecia o jardim do paraíso! Abandonámos o Parque perto das onze horas, novamente a pé. O proprietário do Parque era um velho (mas não pastor=berger), com o nariz vermelho e calças de alças típicas dos agricultores da província. Emprestou-me um mapa da cidade.
Desta vez fomos directos ao santuário. Consigo orientar-me muito bem pelos mapas.
Adorámos o santuário. Todas as capelas me pareceram simples, mas muito bonitas. Nada de altares cheios de dourados. Muita da decoração é feita com pequenos pedaços de azulejo fazendo bonitos desenhos. Percorremos com muita calma todo o interior da catedral mas o espaço envolvente também é admirável.
Confesso que não fomos a Lourdes motivados pela minha fé. Apesar de ser católico, a minha prática como tal, é muito diminuta. Também não posso dizer que a escolha do Santuário tenha sido por razões meramente turísticas. Tal como em Fátima, estes espaços mexem connosco e sente-se uma estranha energia a percorrer-nos o corpo. Talvez até mais em Fátima, do que em Lourdes.
A subida a um monte junto ao catedral permite percorrer os passos da Via Sacra, terminando com o Calvário, no ponto mais alto do morro. A vegetação é luxuriante e estava tudo muito bem cuidado. Este passeio na natureza proporcionou-nos um encontro inesperado com uma cabra selvagem.
Almoçámos num restaurante perto do santuário. Não sei bem o que comemos, mas sei que pagámos mais do que o habitual em Portugal.
De tarde voltámos para visitar alguns espaços que não tivemos tempo de ver durante a manhã.
Há um museu com a história de Bernardete. As aparições em Lourdes e a história de Bernardete, não é muito diferente do que se passou em Fátima com os pastorinhos. As semelhanças são muitas e, talvez por isso, sejam dois dos maiores santuários Marianos da Europa.
Ao cair da noite regressámos ao parque de Campismo. Fizemos o jantar e conversámos um pouco à luz do candeeiro, uma vez que não havia espaços de convívio, nem mesmo qualquer luz acesa.
O balanço do primeiro dia completo era francamente positivo. A família reagiu melhor do que o que eu estava a contar, uma vez que desconheciam completamente os meus planos para as férias. Esta primeira surpresa que foi a paragem em Lourdes estava a correr bem.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
sábado, 12 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
27-07-2010 Vila Flor - Lourdes
A partida aconteceu pouco depois das 6 da manhã, em direcção a Macedo de Cavaleiros, e depois, Bragança. Em Bragança entrámos na cidade para levantarmos dinheiro numa caixa multibanco, que existe junto à porta do Hospital. Estávamos preocupados com a possibilidade dos cartões de débito não funcionarem.
Num supermercado que estava prestes a abrir, ainda comprámos água e pão.
Estava previsto percorrermos 823 quilómetros, demorando á volta de 9 horas. Este era o espaço e o tempo entre Vila Flor e Lourdes, em França.
Numa pesquisa na Internet sobre parques de campismo, acabei por escolher um “Le Vieux Berger”. Na fotografia por satélite eram visíveis muitas árvores e também se situa perto do centro da cidade.
Tudo correu sem problemas até Zamora. Nas mudanças de estrada o GPS revelou-se um instrumento extremamente útil. Foi a primeira viagem que fiz com um GPS, mas já não dispensarei no futuro.
Em Espanha pode circular-se sem grandes problemas a uma velocidade de 120 Km/hora, na E80 e E82. Só depois de Burgos é que a auto-estrada tem portagem. Como queríamos chegar o mais rapidamente possível, não evitámos as auto-estradas com portagens.
Perto de Castañares parámos numa estação de serviço para meter gasóleo. Comemos algumas sandes e seguimos viagem.
Na zona de Vitória e S. Sebastian a viagem foi bastante aborrecida. Eu já começava a sentir algum cansaço e os acompanhantes também. Ainda saí da rota duas vezes: uma em vitória (mas o GPS indicou-me o local onde podia fazer inversão de marcha e voltei rapidamente ao caminho certo); outra foi já perto da fronteira com França. É uma zona com muitas mudanças de faixa e havia muito trânsito. Por duas ou três vezes o GPS teve que recalcular o percurso.
Depois de entrarmos em França, todos ficámos mais tranquilos. O GPS indicava mais de 100 km sem mudanças de estrada. Ninguém estava com vontade de parar por isso só parámos quando chegámos a Lourdes. O GPS foi mais uma vez preciso, levando-nos sem mais demoras junto do portão do parque de Campismo.
O parque era diferente daquilo a que estamos habituados, mas não me surpreendeu. Tratava-se de uma ária de 5 há, de um campo relvado (um prado), com enormes árvores: tílias e cerejeiras, entre outras.
Os campistas eram poucos, 4 ou 5 somente. As estruturas de apoio também eram básicas: um edifício com casas de banho, chuveiros (com água quente) e lavatórios para a roupa e louça. Não havia mais nenhuma estrutura de apoio. A entrada, sem portaria, era por vezes assegurada por uma idosa também utente do parque. O “velho pastor” que já era filho do original, mas também já era velho, só aparecia de vez em quando.
Não eram condições muito acolhedoras, mas o espaço cativou-me. No fundo tinha tudo como eu imagino que deve ser o campismo, o mais próximo da natureza possível.
Instalámo-nos debaixo de duas enormes cerejeiras. Mais tarde apercebemo-nos de coisas que me tinham escapado: estávamos perto de uma estrada com bastante movimento e a estação dos caminhos-de-ferro não era muito distante (ouvia-se o barulho dos comboios durante a noite, sobretudo nas travagens).
Decidimos ficar. Depois da tenda montada, descemos a pé, até ao centro de Lourdes. A primeira impressão foi um pouco decepcionante porque estávamos à espera de um grande santuário e não encontrámos mais do que uma bonita igreja!
Testámos os cartões de débito, que funcionaram perfeitamente. Também os telemóveis (de diferentes redes) funcionavam bem., apenas tivemos que fazer algumas alterações nos números de telefone dos nossos contactos.
Para explorarmos melhor a cidade precisávamos de um mapa. Descobrimos o posto de Turismo, mas já estava fechado. Seria o primeiro lugar a visitar no dia seguinte.
Voltámos ao parque. Fizemos o jantar com géneros que trouxemos de Portugal. Tínhamos fogão e todos os instrumentos de cozinha de que necessitávamos (incluindo uma mesa e bancos).
No nosso passeio pela cidade surpreendeu-me o facto de não ver lojas onde fazer compras de géneros alimentares. Não havia mesmo onde comparar nada! Tínhamos de descobrir onde as pessoas se abasteciam. Estava convencido que seria na periferia da cidade.
Deitámo-nos cedo.
Num supermercado que estava prestes a abrir, ainda comprámos água e pão.
Estava previsto percorrermos 823 quilómetros, demorando á volta de 9 horas. Este era o espaço e o tempo entre Vila Flor e Lourdes, em França.
Numa pesquisa na Internet sobre parques de campismo, acabei por escolher um “Le Vieux Berger”. Na fotografia por satélite eram visíveis muitas árvores e também se situa perto do centro da cidade.
Tudo correu sem problemas até Zamora. Nas mudanças de estrada o GPS revelou-se um instrumento extremamente útil. Foi a primeira viagem que fiz com um GPS, mas já não dispensarei no futuro.
Em Espanha pode circular-se sem grandes problemas a uma velocidade de 120 Km/hora, na E80 e E82. Só depois de Burgos é que a auto-estrada tem portagem. Como queríamos chegar o mais rapidamente possível, não evitámos as auto-estradas com portagens.
Perto de Castañares parámos numa estação de serviço para meter gasóleo. Comemos algumas sandes e seguimos viagem.
Na zona de Vitória e S. Sebastian a viagem foi bastante aborrecida. Eu já começava a sentir algum cansaço e os acompanhantes também. Ainda saí da rota duas vezes: uma em vitória (mas o GPS indicou-me o local onde podia fazer inversão de marcha e voltei rapidamente ao caminho certo); outra foi já perto da fronteira com França. É uma zona com muitas mudanças de faixa e havia muito trânsito. Por duas ou três vezes o GPS teve que recalcular o percurso.
Depois de entrarmos em França, todos ficámos mais tranquilos. O GPS indicava mais de 100 km sem mudanças de estrada. Ninguém estava com vontade de parar por isso só parámos quando chegámos a Lourdes. O GPS foi mais uma vez preciso, levando-nos sem mais demoras junto do portão do parque de Campismo.
O parque era diferente daquilo a que estamos habituados, mas não me surpreendeu. Tratava-se de uma ária de 5 há, de um campo relvado (um prado), com enormes árvores: tílias e cerejeiras, entre outras.
Os campistas eram poucos, 4 ou 5 somente. As estruturas de apoio também eram básicas: um edifício com casas de banho, chuveiros (com água quente) e lavatórios para a roupa e louça. Não havia mais nenhuma estrutura de apoio. A entrada, sem portaria, era por vezes assegurada por uma idosa também utente do parque. O “velho pastor” que já era filho do original, mas também já era velho, só aparecia de vez em quando.
Não eram condições muito acolhedoras, mas o espaço cativou-me. No fundo tinha tudo como eu imagino que deve ser o campismo, o mais próximo da natureza possível.
Instalámo-nos debaixo de duas enormes cerejeiras. Mais tarde apercebemo-nos de coisas que me tinham escapado: estávamos perto de uma estrada com bastante movimento e a estação dos caminhos-de-ferro não era muito distante (ouvia-se o barulho dos comboios durante a noite, sobretudo nas travagens).
Decidimos ficar. Depois da tenda montada, descemos a pé, até ao centro de Lourdes. A primeira impressão foi um pouco decepcionante porque estávamos à espera de um grande santuário e não encontrámos mais do que uma bonita igreja!
Testámos os cartões de débito, que funcionaram perfeitamente. Também os telemóveis (de diferentes redes) funcionavam bem., apenas tivemos que fazer algumas alterações nos números de telefone dos nossos contactos.
Para explorarmos melhor a cidade precisávamos de um mapa. Descobrimos o posto de Turismo, mas já estava fechado. Seria o primeiro lugar a visitar no dia seguinte.
Voltámos ao parque. Fizemos o jantar com géneros que trouxemos de Portugal. Tínhamos fogão e todos os instrumentos de cozinha de que necessitávamos (incluindo uma mesa e bancos).
No nosso passeio pela cidade surpreendeu-me o facto de não ver lojas onde fazer compras de géneros alimentares. Não havia mesmo onde comparar nada! Tínhamos de descobrir onde as pessoas se abasteciam. Estava convencido que seria na periferia da cidade.
Deitámo-nos cedo.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Rougon (01)
Uma das coisas mais espectaculares que se podem observar (e fotografar) na Provence francesa são os grandes campos de alfazema (também chamada lavanda, talvez por influência da designação francesa ou do seu nome científico). Cheguei um pouco atrasado, mas ainda pude encontrar algumas amostras da beleza que estes campos proporcionam, como a que esta fotografia mostra.
A fotografia foi conseguida na pequena vila de Rougon (Alpes-Côte d'Azur).
Ligações externas:
A fotografia foi conseguida na pequena vila de Rougon (Alpes-Côte d'Azur).
Ligações externas:
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Férias de Verão 2010 (00)
Os meses de Verão são, por norma, propícios para estar em família e para a realização de viagens. São também a altura que há mais disponibilidade para a prática de hobbies que, ao longo do ano, são mutas vezes adiados.
Este Verão tive a possibilidade de planear uma viagem que me proporcionou um pouco disto tudo: estar com a família, redescobrir ou conhecer lugares distantes e passear com os filhos e com a esposa. Foi também a oportunidade para fotografar alguns lugares especiais, que me proporcionaram alguns Momentos +.
Há anos que acalentava a ideia de levar os meus filhos a conhecerem algumas regiões do Sul de França que me marcaram na juventude. Trata-se de uma zona na Provence, que abrange território de Alpes de Haut Provence e do Var.
Pretendia também aproveitar a viagem de milhares de quilómetros para visitar alguns familiares em França, na cidade de Aix-les-Bains, em Miranda de Ebro (Espanha) e conhecer um pouco da região onde se inserem estas cidades.
A viagem tinha a duração prevista de 15 dias.
Intencionalmente não levei comigo um computador com ligação à Internet. Estes luxos levar-me-iam a manter os hábitos que pretendia parar, pelo menos durante algumas semana de Julho e Agosto.
Dada a quantidade de bagagem que preparámos, porque iríamos fazer campismo e apenas contávamos com a mala do carro para a transportar, limitei o meu equipamento fotográfico ao mínimo: uma reflex Canon 400D equipada com o Grip BG E3 para funcionar com as normalizadas pilhas tipo AA com uma objectiva Tamron de 18-270 mm. Para fazer pequenos vídeos e responder a alguma emergência levei também uma Panasonic DMC-TZ2. A minha principal preocupação prendia-se com a possibilidade de se poderem esgotar as baterias ou encher os cartões de memória, mas tudo correu bem.
Ao longo dos dias que durou a viagem fiz registos escritos (uma espécie de diário), mais ou menos extensos, em papel.
Dos vários milhares de fotografias que tirei (são 3 DVD’s cheios delas), há algumas que me deram muito prazer. São essas fotografias que pretendo partilhar neste espaço, juntamente com algumas linhas dos meus apontamentos diários, ao longo dos próximos tempos neste Blogue.
Para mim foram Momentos Mais.
Fotografias:
1 - Mapa geral da viagem.(cerca de 4200 Km)
2 - 27/07 Parque de Campismo (Lourdes; França)
3 - 01/08 Lavanda (Aiguines; França)
4 - 31/07 Lago Saint Croix (Les Salles; França)
5 - 10/08 Monte Branco (Chamonix; França)
6 - 14/08 Pancorvo (Espanha)
Este Verão tive a possibilidade de planear uma viagem que me proporcionou um pouco disto tudo: estar com a família, redescobrir ou conhecer lugares distantes e passear com os filhos e com a esposa. Foi também a oportunidade para fotografar alguns lugares especiais, que me proporcionaram alguns Momentos +.
Há anos que acalentava a ideia de levar os meus filhos a conhecerem algumas regiões do Sul de França que me marcaram na juventude. Trata-se de uma zona na Provence, que abrange território de Alpes de Haut Provence e do Var.
Pretendia também aproveitar a viagem de milhares de quilómetros para visitar alguns familiares em França, na cidade de Aix-les-Bains, em Miranda de Ebro (Espanha) e conhecer um pouco da região onde se inserem estas cidades.
A viagem tinha a duração prevista de 15 dias.
Intencionalmente não levei comigo um computador com ligação à Internet. Estes luxos levar-me-iam a manter os hábitos que pretendia parar, pelo menos durante algumas semana de Julho e Agosto.
Dada a quantidade de bagagem que preparámos, porque iríamos fazer campismo e apenas contávamos com a mala do carro para a transportar, limitei o meu equipamento fotográfico ao mínimo: uma reflex Canon 400D equipada com o Grip BG E3 para funcionar com as normalizadas pilhas tipo AA com uma objectiva Tamron de 18-270 mm. Para fazer pequenos vídeos e responder a alguma emergência levei também uma Panasonic DMC-TZ2. A minha principal preocupação prendia-se com a possibilidade de se poderem esgotar as baterias ou encher os cartões de memória, mas tudo correu bem.
Ao longo dos dias que durou a viagem fiz registos escritos (uma espécie de diário), mais ou menos extensos, em papel.
Dos vários milhares de fotografias que tirei (são 3 DVD’s cheios delas), há algumas que me deram muito prazer. São essas fotografias que pretendo partilhar neste espaço, juntamente com algumas linhas dos meus apontamentos diários, ao longo dos próximos tempos neste Blogue.
Para mim foram Momentos Mais.
Fotografias:
1 - Mapa geral da viagem.(cerca de 4200 Km)
2 - 27/07 Parque de Campismo (Lourdes; França)
3 - 01/08 Lavanda (Aiguines; França)
4 - 31/07 Lago Saint Croix (Les Salles; França)
5 - 10/08 Monte Branco (Chamonix; França)
6 - 14/08 Pancorvo (Espanha)
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